Como fazer um mundo melhor?

Como fazer um mundo melhor em 2020?

Plantar é uma das formas como fazer um mundo melhorTem quem pense em fazer um mundo melhor para seus filhos. E tem aqueles que pensam em deixar filhos melhores para o mundo. Tem quem pense nos dois. Eu não tenho filhos. Mas desde criança eu penso em como ser uma pessoa melhor para o mundo e como fazer um mundo melhor para todos os seres.

Então, nesse post vou colocar o conteúdo de uma vida de 40 anos.  Dessa vida pelo menos 30 anos penso sobre o assunto.

Por que eu penso assim?

Não descobri, mas eu acredito que ser uma criança sensível no Brasil dos anos 80 tenha contribuído. Vi tantas pessoas morando nas ruas. As favelas de Porto Alegre nessa época compõem os cenários mais horríveis que vi na minha vida. As “casas” eram de papelão e lata.  Muita miséria nas margens das ruas que eu passava de carro com meus pais. Nas noites de inverno, que no Rio Grande do Sul são muito frias. Eu ficava pensando que eu estava numa cama quente, mas que muitas pessoas não. O mais triste agora é ver o país voltando rapidamente a essa situação. Ao mesmo tempo aumenta a urgência de pensarmos: como fazer um mundo melhor? E agirmos.

Talvez outro motivo para eu pensar em como fazer um mundo melhor tenha a ver com o fato de ter estudado em uma escola de freiras. Fui para essa escola a partir da terceira série depois de estudar em um escola municipal. Desde os 9 anos ouvia elas dizendo para cuidarmos do nosso material. E davam o exemplo: as crianças na África não tinham nem papel para escrever. Essas informações talvez tenham me dado senso de privilégio. Desde cedo percebi que eu tinha muitos privilégios ainda que eu fosse uma das crianças mais pobres da escola e morasse num bairro de subúrbio da grande Porto Alegre. Desde essa época martelava na minha cabeça: Como fazer um mundo melhor…

Causa primeira – a base de todas as outras

E ecologia é a base do bem estar. Quando penso num mundo melhor, não consigo imaginar arranha céus, grandes construções. Eu penso em praias, em praças, em parques, em florestas, em espaço de natureza e animais e pessoas interagindo nesses lugares saudáveis. Esse assunto vai ficar cada vez mais premente, não teremos como fugir dele. Não somente por causa das transformações impostas mas também pela emergência do clima que está cada vez mais urgente.

Pelo que pesquisei, as sugestões do que podemos fazer para melhorar o mundo se concentram em atitudes mais subjetivas como não julgar, ter empatia, etc. Bom, vou contar com o seguinte: se chegou aqui já desenvolveu essas características e tá querendo saber mais, como colocar essas atitudes positivas em prática no cotidiano. 

Como fazer um mundo melhor – pelo consumo

Consumir de forma consciente, se todos estivéssemos fazendo isso, esse post provavelmente seria desnecessário porque já viveríamos num mundo bem melhor. As multinacionais que desenvolveram os transgênicos, que criaram todo tipo de ingredientes sintéticos tóxicos e poluentes não teriam vingado. Não é? 

Vamos aos critérios do consumo consciente:

a. De onde vem? 

  • A matéria prima: do que é feito o que está comprando? Me parece que cerca de 90% do que consumimos é feito de ou armazenado em: plástico. Plástico é feito de petróleo, o petróleo demora milhões de anos para se formar e estamos acabando com as reservas rapidamente. Ex.: imagine que tem seus cabelos até os pés e começa a usar seu cabelo para fazer pincéis. Por um tempo terá a impressão que poderá fazer pincéis infinitamente. E até poderia fazer até morrer se a quantidade de pincéis que faz seja equivalente ao comprimento de cabelo que cresce. Mas se resolver fazer pincéis para vender sem observar quantos centímetros de cabelo cresce por mês – rapidamente não terá mais como fazer pincéis. E olha que seu cabelo cresce bem mais rápido do que os milhões de anos que demora para o petróleo se formar.
  • Distância: de que distância vem o que compra? Ao escolher uma pipoca, por exemplo, leio de onde vem cada uma, de quanto mais perto vem, melhor, menor pegada ecológica, menos rastro de carbono, menos petróleo gasto, menos CO2 liberado, certo?!

E de que empresa vem ?

  • Evito ao máximo comprar de multinacionais. Digo ao máximo porque na hora de comprar celular, computador, não temos outra opção. As multinacionais, em geral, não tem um bom comportamento em termos éticos. Exploram o que tem “de melhor” em cada país e a renda se concentra no seu país de origem ou em paraísos fiscais. Aos exemplos: Cargil, Monsanto, Coca-Cola, Unilever, Bayer, Nestlé, Mondelez.  E deixa eu te contar uma coisa: no Brasil a metade do supermercado é suprido pela Univeler com as suas mais diversas linhas (de higiene, passando pelos alimentícios, até os de limpeza) junto com a Procter and Gamble. A Kraft Foods que agora aparece com Mondelez domina um outro bom tanto. O que resta fica praticamente com a Nestlé. Já observou? Com esse tipo de poder econômico não tem como fazer um mundo melhor! Nesse momento moro na Áustria, por um ano, aqui não é tão comum encontrar essas marcas. Aliás tem muita, mas muita diversidade de fornecedores em cada supermercado, sem falar da diversidade de opções de naturais, orgânicos e biodegradáveis, a preços não tão distintos do que os convencionais.

b. Para onde vai? 

    •  Depois que não quiser mais o produto que comprou, qual será o seu destino? Voltemos ao plástico. O plástico demora, segundo estimativas, (ninguém viveu ainda para confirmar), de 300-500 até 1000 anos, dependendo do plástico. Mas, Janine, eu mando o plástico que uso para a reciclagem… Ótimo, é realmente o melhor destino. Mas, sabia que o plástico tem limite de vezes para ser reciclado? E dependendo do plástico, a cada vez que é reciclado perde em qualidade. E ainda tem plásticos que não tem como serem reciclados:

PEBD (polietileno de baixa densidade), PP (polipropileno), PS (poliestireno), dentre outros que não podem ser reciclados. O Brasil é o quarto maior produtor de lixo plástico do mundo e recicla somente cerca de 1%. Porque sim, por mais que a gente coloque separado no dia correto em frente de casa ou leve para algum ponto voluntário de coleta, o que nos garante que aquele material todo será reciclado? E em muitas cidades, mas muitas mesmo não tem coleta ou separação de resíduos.

Plástico por todos os lados… 

  • Bom, até aqui já viu que plástico é um problema desde o início até o fim dos tempos.
  • E já me perguntei e talvez também já tenha se perguntado, mas a questão é a produção, produzimos demais. Até onde pensei não vejo que o excesso de produção seja o principal problema, mas sim os materiais com que fazemos a produção. A natureza produz e descarta o tempo inteiro em grandes volumes, mas com qual matéria prima e com qual destino? As árvores, por exemplo, produzem galhos, folhas, flores e frutos o tempo inteiro. E depois tudo apodrece embaixo delas gerando adubo para produzir ainda mais. É um sistema fechado, cíclico, não linear. 

Algumas sugestões sobre como fazer um mundo melhor

Observando esses itens, eu sou a louca da pesquisa por materiais/produtos que:

  1. tenham matéria prima renovável
  2. que venham pelo menos da América Latina,
  3. que não sejam de multinacionais
  4. e que ao mesmo tempo sejam biodegradáveis.

Por isso sou fã da palha, do papel, do bambu, da madeira, do algodão, do linho…

E mesmo esses materiais podem poluir. O papel:  é no lugar onde tinha florestas que fazem as plantações de árvores (sim – o nome correto para “reflorestamento” é plantação de árvores, chamados inclusive de desertos verdes). Mas ainda assim vejo que o impacto do papel é menor do que o do plástico. O algodão: a quantidade de agrotóxico que se usa no plantio do algodão é absurdo A cultura responsável por consumir cerca de 20% de todo o inseticida produzido no mundo. Mato Grosso tem 700 mil hectares plantados, a Bahia possui 350 mil e, em todo o território brasileiro, a EMBRAPA estima 1,3 milhão de ha. É um aumento de 56% na área plantada na safra passada, isso em 2011.

 

O que eu vi pelo Brasil 

Eu passei por quilômetros e quilômetros de plantações de algodão no centro do Brasil, em 2005. É algodoeiro em todas as direções até o horizonte por horas a fio de carro. Mas ainda assim acredito que é preferível o algodão ao plástico. O ideal? Nada ou algodão orgânico, ou outras fibras que podem ser tecidas, quanto mais diversas, melhor.  Ao mesmo tempo, tanto algodão quanto papel gastam uma enorme quantidade de água no processo de produção.

Tá, bem! Tô aqui para falar de soluções! Chega de desgraça! Mas veja bem, consumo consciente é mais que uma escolha, é um estilo de vida, é quase uma missão. E demanda curiosidade, pesquisa, reflexão, conexões… Eu acho fas-ci-nan-te! Nascemos com espírito curioso, investigativo, científico, resgate esse espírito e dá-lhe conversas, pesquisas, observação! E vai muito além do que você compra, passa também por onde deixa seu dinheiro, já pensou onde investem seu dinheiro quando o coloca num banco? Sabia que já existem bancos éticos que investem só em empresas que se dedicam a deixar o mundo melhor. Sonho?! Realidade em vários países da Europa e até na América Latina.

Fazemos uma curadoria de produtos preferencialmente nacionais, veganos, naturais de verdade nas áreas de higiene, beleza e limpeza, além de lixo zero e talvez queira dar uma olhada em nossa loja on line clicando aqui: www.caule.com.br

Como fazer um mundo melhor – pelo trabalho

Li uma matéria que explicava como fazer um mundo melhor a partir do trabalho com propósito, lá pelo ano de 2001. O nome da revista era Odê acredito que só teve a primeira edição e nunca mais achei nenhuma referência na internet. Essa matéria fez total sentido para mim, tanto que não consegui mais pensar na hipótese de não trabalhar nas causas nas quais eu acredito. Aliás, porque eu queria viajar pelo mundo inteiro, fui trabalhar no parque de diversão Six Flags em Salto, nos EUA. Lá trabalhei justamente em “Foods” e depois de ser natureba e vegetariana por uns 4 anos já, estava eu lá, servindo e comendo “comida” lixo e fritando hamburguer. Bom, essa situação foi a gota d’água e decidi que nunca mais trabalharia em absolutamente nada que não fosse uma causa para mim. 

Somos mais que engrenagens…

Porque, veja bem, é graças a pessoas que se comportam como simples engrenagens em uma empresa que as empresas fazem o que fazem. Jacques Saldanha, ambientalista que brinco é meu “ecoguru”, contou que conheceu um engenheiro que era especializado em plásticos e como ele se orgulhava desse trabalho. Jacques defendia a ideia de que esse profissional sabe dos males dos plásticos, mas que ainda assim queria trabalhar com isso. Eu dizia que não acreditava que esse engenheiro entendia realmente para o que estava contribuindo. Somos treinados para ter uma visão não sistêmica. Um engenheiro numa empresa recebe a tarefa de diminuir os custos na fabricação de um produto. Ele realmente se dedica a isso e se tem ótimos resultados, é premiado por isso, seja com melhores rendimentos ou com um posto melhor. Não sentem que é responsabilidade dele, ou da empresa, analisar se o que foi feito para diminuir custo vai ser prejudicial de alguma forma a alguma vida, à alguém ou ao planeta.

Foi assim e asim será…

Assim foi com os transgênicos, assim foi com a dioxina, assim foi com o DDT. Outros cientistas, tempos depois, em geral de forma independente, descobrem os males dessas descobertas comerciais. Porque qual a empresa vai pagar pesquisa para descobrir os males que suas invenções produzem? E ainda que pagassem, grande parte dos efeitos adversos  demoram anos para aparecer. 

Desalienize-se!

Aqui estou falando de pesquisadores, engenheiros, mas vamos falar de trabalhos menos intelectuais, cobrador de ônibus, por exemplo. Eu andei e ando muito de ônibus, diversas vezes, mesmo hoje em dia com aplicativos, preciso de orientação do cobrador para saber onde é uma rua, onde eu devo descer, por aí. A maioria não sabe, passam todos os dias pelo mesmo trajeto, tem um celular e ainda assim não sabem onde se localiza uma rua pela qual passam. Eu sei que o sistema que estamos inseridos faz isso conosco, nos aliena. Mas se vamos esperar o sistema mudar para nos desalienar, melhor esperarmos mortos. O sistema vai mudar quando nos desalienarmos por nós mesmos e entre nós.

Mas Janine, quem sonha ou tem o propósito de ser cobrador de ônibus,?  Tem sim, tem de tudo. Quanto menos estigmatizados os trabalhos são e também melhor remunerados, mais pessoas irão querer trabalhar nesse posto. Tem quem adore ônibus, andar de ônibus, conversar com as pessoas, ter um tempo para ler, a profissão de cobrador de ônibus proporciona tudo isso. E um homem ou uma mulher que ESCOLHEREM esse trabalho podem ajudar muito as pessoas, lhes dando atenção, muitas pessoas vão ao médico para receber 2 minutos de atenção… Lhes orientando para que não se percam ou precisem de muito tempo para se acharem. Um cobrador de ônibus imbuído do senso de propósito pode até ir conhecendo um pouco mais da vida das pessoas e apresentando elas entre si para que façam amizades já que pegam todos os dias o mesmo ônibus no mesmo horário. Será que eu tô viajando muito? Talvez resultasse em um filme inspirador…

Viagens a parte, acredito que deu para entender como vejo trabalhar com o que acreditamos, com uma visão sistêmica é um ponto chave para mudar o mundo. 

Uma opção de trabalho com propósito e envolvido com diversas causas

O trabalho como Agente de Beleza Integral – revendendo os produtos que selecionamos pode ser um plano B se ainda está num trabalho com o qual não se identifica ou não sente que dá sua contribuição para o mundo. Um trabalho relacionado à várias causas, com propósito que pode virar o plano A dependendo do quanto priorizá-lo e o quanto encontrar caminhos. No mínimo uma boa desculpa para falar sobre assuntos que te são caros, como veganismo, consumo consciente, produtos naturais…

Por aqui pode fazer o cadastro para saber mais sobre essa opção de trabalho : caule.com.br/revender

Como fazer um mundo melhor – pela doação

Para incentivar as pessoas a fazerem trabalho voluntário um dos argumentos é o que custa doar 1 ou 2 horas do seu trabalho, semanal ou até mensalmente para alguma causa. Eu quis ir além disso, eu escolhi dedicar todo o meu trabalho para as causas em que acredito. Mas enquanto isso ainda não é possível e mesmo depois que é o trabalho voluntário muito além do que ajudar outras pessoas nos ajuda a ter uma visão mais ampla, mais sistêmica. Pode ser o primeiro passo a trabalhar integralmente com propósito.  

Plantar árvores é uma das formas como fazer um mundo melhor
Plantar árvores é uma das formas como fazer um mundo melhor

Sabe o dízimo? A história de doar uma décimo do que ganha para a igreja? No livro “Os Segredos da Mente Milionária”  sugerem doar 10% do que ganhamos para causas em que acreditamos. Seja no plantio de árvores como a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida a APREMAVI. Ou no trabalho de sensilização para questões veganas (Instituto Nina Rosa), ou associações relacionadas aos indígenas como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil a APIB. Eu invisto na Anistia Internacional, no Greenpeace.

É investir meus 10% no que para mim é o templo – a natureza com todos seus seres.

Como fazer um mundo melhor – pela política

Por muito tempo eu achei importante ser politizado, admirava meus amigos e amigas mais politizados, mas eu não sabia por onde começar. Veio 2018  e aprendi rapidinho. E quem tá de fato comprometido em fazer um mundo melhor imagino deva ter iniciado um processo de politização emergencial, se já não era politizado.

Bom, feliz ou infelizmente, não vai ter como atuar mais efetivamente para melhorar o mundo se não nos politizarmos. As pessoas que estão em cargos políticos hoje são na sua maioria completamente ignorantes das questões básicas do país. Portanto, não conseguirão melhorar essa realidade. E como grande parte são alienadas e acreditam em absurdos ainda tem potencial de piorar muito, tudo. Então conhecer melhor a nossa história, a biografia dos políticos que já estiveram em cargos importantes no país, ler jornais, conversar com pessoas mais politizadas são passos importantes para ser politizado ou politizada.  

Informação sobre política

Ideias bem simples e práticas de politização – para começar ao terminar de ler esse post: confere a série “Era uma vez um voto” da Jout Jout, profunda e muito engraçada. Quando for assistir filmes e ler livros inclua biografias de políticos e filmes sobre alguma parte da história. Leia jornais, a Folha de São Paulo tem tendências mais esquerdistas e o Estadão mais direitistas, mas são fontes confiáveis. Experimente ler jornais de fora: El País (Espanha), Deutsche Welle (Alemanha), Le Monde Diplomatique (França), Washington Post. Aliás, muitos desses meios de comunicação tem canal no You Tube, Instagram, Facebook… bem fácil de acompanhar.

Canais no YouTube

Tenho acompanhado dois canais no You Tube que me ajudaram muito a entender várias coisas: Greg News e Meteoro Brasil

Qualquer fonte que você escolher para se informar, investigue a que lado tende, quais interesses defende. 

Tranquilão, escolher qualquer fonte de informação, mas não faz muito sentido se você escolheu ser cobrador de ônibus e depois escolher um meio de comunicação que defenda os banqueiros… Não é? 

Engajamento na política

 

Dep. estadual PR, Goura Nataraj. Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Vereador de Floripa, Marquito com Vandana Shiva

Aliás se já é politizado, que tal entrar para a política?

Sim, se desde os cargos de cobrador até os de político estivessem ocupados por pessoas comprometidas com a missão do respectivo serviço, mais do que com os rendimentos e status que o cargo oferece… imaginem que mundo maravilhoso teríamos. E já temos alguns exemplos de pessoas que tomaram a sério o questionamento “como fazer um mundo melhor”.  Entraram na política para defender os ideais aqui alinhado: conheço pessoalmente o Marquito, vereador em Florianópolis e o Goura Nataraj, deputado estadual no Paraná. Aqui a politização volta à questão do trabalho com propósito. 

 

E agora?

A interrelação entre esses itens é profunda. E pode começar por qualquer um dos 4 pontos, mas querendo avançar vai alcançar todos e passar de fase. Para mim uma fase mais consciente trouxe entendimentos dolorosos. Mas o fato de saber que essa trajetória é para ser uma pessoa melhor para o mundo e deixar o mundo melhor traz muita realização. Sinto que a realização e o resultado que vejo compensam e muito os entendimentos dolorosos. 

Espero que minha trajetória e essas sugestões te inspirem a experimentar. E desejo que dessa experiência vá em frente com mais consciência e mais propósito. Que a tua vida seja mais rica em sentido e perspectivas como sinto que a minha é hoje.

Fontes:

https://www.injecaodeplasticos.com.br/quantas-vezes-o-plastico-pode-ser-reciclado/

https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/03/04/brasil-e-o-4o-maior-produtor-de-lixo-plastico-do-mundo-e-recicla-apenas-1.ghtml

Um produtor de lixo chamado Brasil

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