Protetor solar e impacto nos oceanos


Será que nosso uso de protetor solar e impacto nos oceanos é uma realidade? É fundamental para conservarmos o nosso ambiente saudável conhecermos as reações das nossas ações.

Em especial os hábitos de consumo e coexistência com o planeta.

Barreira de Coral (Austrália)
                  Grande Barreira de Coral (Austrália) Foto: Paulo Felipe

Mais especificamente do uso do protetor solar e impacto nos oceanos que vem degradando ao nível mundial os recifes de coral. Muitas substâncias químicas presentes na maioria dos protetores solares comercializados e usados em larga escala provocam danos nas formações coralíneas.

É inquestionável a necessidade do uso de protetor solar para nos protegermos da radiação solar. Principalmente em pessoas com a pele bem alva, ou seja, com menos melanina.

Quando nosso organismo recebe grande quantidade de radiação ultravioleta, ocorre elevada síntese de melanina, para proteger nossa pele das queimaduras. Os melanócitos assim agem para proteger nosso corpo dos impactos da radiação solar, que penetra na pele e causa lesões no DNA das células.

Venha navegar nos resultados de recente e ampla pesquisa realizada sobre o uso do protetor solar e impacto nos oceanos. Para que tenhas ciência dessa problemática e sejas orientado para o consumo consciente deste produto.

“O mar quando quebra na praia. É bonito… É bonito”!

Quando a genialidade e simplicidade do poeta e músico Dorival Caymmi afirmam que o mar é bonito. Nos leva a crer que sua rica sensibilidade não se conformou com a frase proferida inicialmente…

Ele sentiu força anímica para reforçar sua emoção e confirma em seguida, com muito mais lirismo e poesia… “É bonito”! E esse lindo poema cantado nos remeteu a um imediato e profundo vislumbre.

Dorival sentiu necessidade em sua contemplação “Praieira”, em sintetizar na repetição de apenas dez palavras, a superlativa exuberância marinha. Os oceanos são fascinantes e nos proporcionam fortes e singulares emoções e sensações, quando vivenciamos e nos apaixonamos por suas belezas e encantos.

Em especial nos momentos de intensa alegria que desportos marinhos como o surf, vela, kitewaves, canoa havaiana e mergulho nos proporcionam.

Introdução

A ideia deste artigo surgiu após conversas com a Janine Schmitz (CEO Caule). Sobre o uso do protetor solar e impacto preocupante, nos oceanos, que causa a degradação do ambiente marinho.

Foi recíproca a identificação da necessidade urgente de pesquisarmos cientificamente as causas e efeitos desse impacto. Para fundamentarmos eventuais estudos e projetos de mitigação e/ou redução de danos relacionados à saúde pública e ao ambiente.

O The New York Times alertou que mais de 14 mil toneladas/ano de protetores solares são lançadas nos oceanos. Esta descarga nociva vem causando ao nível mundial sérios danos nas formações coralíneas

A ocorrência deste impacto se dá principalmente em balneários turísticos ou locais propícios à pratica de esportes marinhos. Onde milhões de banhistas e atletas fazem uso de protetor solar, que contém substâncias consideradas nocivas à biota marinha. Quando aplicamos protetor solar na pele, todas substâncias químicas presentes são lixiviadas no mar, após o tempo de permanência do produto

O mar

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Os recifes de corais são berçários marinhos e proporcionam ótimas ondas
Foto: http://tuhinternational.com

Ambiente riquíssimo em biodiversidade, mas ao mesmo tempo muito frágil quando seu equilíbrio natural é alterado pela ação antrópica. A vida planetária surgiu e eclodiu nos oceanos e posteriormente se integrou evoluiu e se desenvolveu pelos continentes afora.

A conservação marinha é crucial para minimizarmos danos previstos, estudados e em curso das mudanças climáticas. Isso vêm se intensificando no planeta de modo avassalador no último século.

O equilíbrio marinho é vital para a Terra. Afinal os mares e oceanos são responsáveis pela produção de 90% de todo oxigênio gerado em nosso planeta.  Fossas oceânicas, mares, oceanos, arquipélagos, formações coralíneas, região costeira e continental são interligados pelas correntes marítimas e afluência dos rios.

Poluição

A poluição industrial e atmosférica, a acidificação oceânica e também resíduos químicos dos filtros solares vêm alterando nocivamente os oceanos.

Os impactos geram desequilíbrios naturais marinhos. A elevação da temperatura d’água e do nível do mar, o branqueamento dos corais, mortandade e alterações genéticas em animais aquáticos são alguns exemplos.

Alterar a natureza da biota marinha é ameaçar sua geomorfologia, cadeia alimentar e vida, com severas consequências para a Terra. Pessoas, governos e empresas que impactam direta ou indiretamente o habitat marinho são responsáveis por impactos planetários, muitas vezes irreversíveis.

A genial Rachel Carson ensinou para o mundo nos anos 60, o teor da máxima abaixo publicada. Infelizmente corporações, governos e habitantes em processos urbanos, domésticos, comerciais, industriais e agrícolas não cogitaram essa sabedoria. E assim a sociedade contemporânea planetária perdeu uma enorme chance de se manter mais saudável e viva.

“Afinal a escolha é nossa… Não podemos mais aceitar os conselhos daqueles que dizem que deveríamos atulhar nosso mundo com produtos químicos venenosos; temos que olhar à nossa volta e procurar um novo caminho”. 

Após a Segunda Revolução Industrial, Gaia vem sendo exponencialmente tratada como um infinito estoque de matérias-primas para consumo. E um interminável depósito de descargas nocivas de substâncias tóxicas, químicas, radioativas, carcinogênicas e patológicas, que são lançadas no ambiente sem tratamento.

Corais

              Formação coralínea nas Maldivas em junho de 2019 Vídeo: Paulo Felipe

São animais antozoários coloniais, do Filo Cnidaria. Ocorrem principalmente nos ambientes marinhos das regiões tropicais e subtropicais. Sua morfologia é formada pelos pólipos e possuem exoesqueleto constituído por carbonato de cálcio ou matéria orgânica.

Os corais se encontram em todos os oceanos, com diversas tonalidades de cores e em diferentes tamanhos. A maior colônia se encontra na Grande Barreira de Coral (Austrália). Com 2.200 km de comprimento e largura variando entre 30 km e 740 km, abriga uma infinidade de espécies.

Desempenham importante função ecológica. Além da ação filtradora oferecem lar e alimento às espécies marinhas. Sua estrutura sólida minimiza os processos erosivos do sedimento marinho, decorrentes do impacto gerado pelas ondas (efeito diagênico).

Protetor solar

A foto sensibilização remonta da antiguidade. Eram usadas roupas de tecidos leves e claros, chapéus, e luvas, para minimizar o desconforto decorrente da radiação ultravioleta. Assim como emplastros e seivas vegetais para prevenir ou cuidar das queimaduras provocadas pela exposição solar.

Os estudos dos efeitos da radiação do Sol foram iniciados em 1800. Quando o eczema solar foi descrito pela primeira vez. Posteriormente foi provado que o eritema solar é causado pela radiação ultravioleta.

Anos depois as doenças oriundas da exposição solar foram catalogadas. Esta pesquisa na época recomendou o uso de cremes com produtos químicos que nos protegem das queimaduras provocadas pela luz solar.

Essas substâncias protegem a pele da radiação ultravioleta a fim de prevenir as doenças causadas pela foto sensibilização. Descobriu-se também que a radiação com ondas de menor comprimento (< 325nm) são as principais causadoras do eritema.

A partir de 1928 nos EUA foram lançados no mercado consumidor diversos produtos, denominados de protetor ou filtro solar. Inicialmente foram produzidos com compostos que absorvem a energia da radiação UV: o salicilato de benzila e cinamato de benzila.

Protetor solar e impacto

Os protetores solares que absorvem raios UV são classificados como químicos e os físicos são os que refletem essa radiação. Mais de 3500 marcas de produtos químicos de proteção solar empregam a oxibenzona, o octinoxato e muitas outras substâncias impactantes. 

A oxibenzona,  mesmo em baixíssimas concentrações provoca rapidamente o branqueamento total dos corais duros. Este impacto acontece de forma preponderante, em áreas com alta frequência e prática de esportes marinhos. Porque ampliam a descarga residual global de protetores solares químicos, em rios, mares e oceanos.

Branqueamento

Filtro solar e impacto nos oceanos
            Filtro solar e impacto nos oceanos –  Imagem: www.freeimages.co.uk

Foram realizados diversos experimentos in situ, em regiões tropicais dos Oceanos Atlântico, Índico, Pacífico e Mar Vermelho. Foi suplementado ramos de corais com alíquotas de diversos filtros solares químicos. Onde foi verificada a não ocorrência de zooxantelas, que são microalgas que vivem no interior dos tecidos dos corais.

É uma relação simbiótica, onde essas microalgas liberam para os corais compostos orgânicos nutritivos durante a sua fotossíntese. E por outro lado recebem pelo metabolismo dos corais, gás carbônico, compostos nitrogenados e fósforo.

As zooxantelas colaboram na secreção de cálcio e na formação dos esqueletos dos corais e também garantem praticamente todas as suas necessidades nutricionais.

Foi constatado no Caribe que pelo menos 80 por cento do número dos recifes de corais foram seriamente impactados. A oxibenzona, que bloqueia os raios ultravioletas provoca enormes deformidades em bebês de coral e sérios danos na estrutura do seu DNA.

O mais preocupante que os cientistas alertam é que esta substância atua como um interruptor endócrino e faz o coral se enclausurar em seu próprio esqueleto. Pode ainda provocar em pouco tempo sua morte,  mesmo quando diluído em proporções ínfimas, de 62 partes por trilhão. O que representa uma gota diluída em um volume d’água, correspondente a 6,5 piscinas olímpicas.

Portanto não se iluda que a sua aplicação pessoal de protetor solar e impacto, derivado da descarga residual de oxibenzona proveniente de sua pele não é relevante. Em apenas duas horas em contato com a água do mar o produto é lançado ao mar sem tratamento. Duas situações provocam e agravam mais ainda esta situação.

Milhões de banhistas e praticantes de esportes utilizam ao redor do mundo protetores solares. A descarga não solúvel de protetor solar e impacto decorrente da oxibenzona navega pelos oceanos afora. Até que se estabilizem em alguma área de remanso, como as formações coralíneas. São áreas de concentração de sedimentos e resíduos de diversas naturezas, inclusive química, que ali se acumulam.

Recente estudo realizado por cientistas italianos mostrou que em todas repetições e em todos locais de amostragem foram confirmadas ocorrência de resíduos de protetor solar e impacto relevante, gerado pela oxibenzona, mesmo em baixas concentrações (10µL/L).

Esta descarga nociva provoca entre 18 e 48 horas, a liberação de enormes quantidades de muco coral, que são compostos por zooxantelas e tecido coral. O branqueamento total dos corais duros ocorreu após 96 horas de exposição à oxibenzona.

Esse impacto se processou comparando-se diversas marcas de filtros solares, com diferentes fatores de proteção e concentrações. Em todos os ensaios ocorreram o clareamento dos corais duros, com taxas que variaram em função da quantidade empregada.

O fenômeno do branqueamento acontece por causa da retirada ou morte das zooxantelas e seus pigmentos fotossintetizantes. Com isso o tecido dos corais fica translúcido e o seu esqueleto composto por carbonato de cálcio se torna visível.

Sem a presença das zooxantelas os corais ficam desprovidos de nutrientes básicos. Isso os deixam enfraquecidos e mais suscetíveis as doenças e em muitos casos acabam falecendo.

Embargos

O IBAMA em 2000 proibiu o uso de filtro solar na piscina natural da praia da Atalaia (Fernando de Noronha). Em 2018 foi aprovada uma lei no Havaí, que entrará em vigor em 2021 banindo o uso de protetores solares com oxibenzona e octinoxato. Nos EUA é recomendado não usar filtros solares com essas substâncias nos parques nacionais. E nas reservas marinhas do México estas substâncias foram oficialmente proibidas.

Estudos científicos comprovaram a ação nociva desses produtos químicos. Além de causar o branqueamento, enfraquecimento e morte precoce dos corais causam também sérios problemas na reprodução dessa espécie. E consequentemente essa degradação provoca a redução da densidade de sua população.

No Havaí e nas Ilhas Virgens, grandes concentrações de oxibenzona foram encontradas em recifes de coral. Variando de 800 partes por trilhão a 1,4 partes por milhão. Isso corresponde a mais de 12 vezes a concentração mínima necessária para impactar seriamente os corais.

A oxibenzona absorve a radiação ultravioleta, mas também é prejudicial para os humanos e pode operar como um disruptor endócrino. Considerada cancerígena, também potencializa a liberação de radicais livres e pode facilitar o envelhecimento precoce do nosso organismo. Esta substância não  é filtrável no processo de saneamento em estações de água e esgotos. Com isso percolam  e contaminam lençóis freáticos, rios, mares e oceanos. Não consumir filtros solares químicos é preservar a sua vida e do planeta.

Filtro solar com óxido de zinco e dióxido de titânio

Alguns protetores solares físicos são compostos por nanopartículas de óxido de zinco e dióxido de titânio. Estes produtos são sintetizados a partir da nanotecnologia. São potenciais fontes contaminadoras do ambiente, da fauna e flora, durante o processo de produção, transporte, manuseio e utilização desses produtos.

Animais aquáticos absorvem diretamente as nanopartículas pelas brânquias e pela superfície epitelial. Ao serem absorvidas pelas células, as nanopartículas podem se acumular e causar efeitos tóxicos ao nível celular. Podem gerar danos indiretos e diretos à estrutura do DNA. É afetado indiretamente, a partir da ocorrência do estresse oxidativo induzido, pela presença de nanopartículas na estrutura celular. No entanto, se a partícula tiver um tamanho suficientemente pequeno para passar pelas membranas celulares, as mesmas interferirão diretamente no DNA do animal.

Há uma preocupação de que substâncias inertes possam se tornar tóxicas em razão das nanopartículas. Isso porque apresentam facilidade em penetrar no âmago das células. Como exemplo, nanopartículas de dióxido de titânio, que são capazes de alterar o DNA. Em altas concentrações impactam o funcionamento das células, da pele e pulmão de animais aquáticos. Também são agentes na síntese de radicais livres.

Produtos com partículas submicroscópicas representam risco à saúde e precisam ser banidos do mercado. Grupos ambientalistas dos EUA vêm pressionando o governo para intensificar a regulação do uso crescente da nanotecnologia. Em especial na produção dos protetores solares e muitos cosméticos com dióxido de titânio e óxido de zinco, em tamanho nano (medido em bilionésimos de metro). Consequentemente partículas com essas dimensões representam sérios riscos ao ambiente e à saúde pública.

O óxido de zinco e o dióxido de titânio sintetizados por processos não nanotecnológicos também podem gerar impacto no ambiente. Manuais das indústrias químicas recomendam cuidados especias no manuseio e para nunca serem descartados diretamente no solo e nos corpos aquáticos sem tratamento ambiental.

A ANVISA normatizou o uso do óxido de zinco e do dióxido de titânio, como ingredientes de filtros solares físicos.

Como racionalizar o uso ou o não uso de protetor solar?

Não só a oxibenzona ou o octinoxato são substâncias impactantes empregadas em protetores solares, cosméticos e produtos de higiene pessoal. É comprovado que o uso do protetor solar e impacto decorrente é muito sério. Nos últimos 15 anos cerca de 30% dos recifes de coral no planeta morreram devido a diversos impactos associados e potencializados pela descarga de protetor solar e impacto químico da oxibenzona, que branqueia o coral.

Temperaturas elevadas, poluição industrial, acidificação dos oceanos e a retirada ou mortandade das zooxantelas, que nutrem os corais são as principais causas. Portanto, quando necessitar se proteger da radiação solar opte por produtos naturais, orgânicos e que não utilizam as seguintes substâncias:

Oxybenzone, B3, Benzophenone-3, (2-Hydroxy-4-Methoxyphenyl) Phenyl- Methanone, (2-Hydroxy-4-Methoxyphenyl) Phenylmethanone; 2-Benzoyl-5-Methoxyphenol; 2-Hydroxy-4-Methoxybenzophenone; 4-Methoxy-2-Hydroxybenzophenone, Advastab 45; Ai3-23644; Anuvex; 2-Hydroxy-4-Methoxy.

Essa extensa pesquisa norteou estas recomendações e faça bom uso para que os recifes de corais sejam conservados. As formações coralíneas são berçários e viveiros marinhos muito sensíveis. O desequilíbrio ocorre também em função do uso do protetor solar químico, que afeta indiretamente a cadeia alimentar marinha.

Faça a diferença! Leia os rótulos dos produtos que ingeres ou que descartas direta ou indiretamente no ambiente. A Natureza é poderosa, mas muito frágil quando interferimos nocivamente em sua homeostase. Pesquise, adote um comportamento mais sustentável,  hábitos de consumo consciente potencialize seu discernimento!

Procure agir com  prudência e selecione meios mais naturais e menos impactantes para proteger sua pele. Consuma marcas que não utilizam a nanotecnologia. E que não contenham substâncias químicas perigosas, parabenos, derivados de petróleo e tampouco que promovam testes científicos, que sacrificam os animais. 

Não se deixe enganar por campanhas enganosas que incentivam o uso contínuo de protetor solar. Nosso organismo sintetiza a vitamina D a partir da radiação ultravioleta. A exposição aos raios UV são nocivas somente se forem excessivas.

O Sol com moderação é muito saudável. Ajuda manter os níveis sanguíneos de fósforo e promove a absorção de cálcio, que é essencial para a formação e desenvolvimento dos ossos e dentes.

Segue boa alternativa que pode ser adotada e assim minimizar a descarga química do protetor solar e impacto decorrente.

A seiva da babosa é um excelente protetor solar. Pode ser usada tanto para minimizar o impacto da radiação ultravioleta, quanto para amenizar queimaduras por causa da excessiva exposição solar. 

Esse processo nos gerou intensas e positivas reflexões sobre o protetor solar e impacto. Uma delas surgiu a partir do célebre trecho da obra de Shakespeare. “Ser (sustentável) ou não ser (sustentável), eis a questão”.  Na questão da conservação ambiental é óbvio que a decisão adequada é ser sustentável, pois é uma opção pela vida!

Porque não ser sustentável é ameaçar o equilíbrio natural.

Se não adotarmos e optarmos por atitudes renováveis, a qualidade do nosso ambiente será comprometida. Acredite que nossas pequenas ações realmente possam transformar e salvar o planeta.

O uso de químicos degradantes do protetor solar e impacto é uma ameaça à biodiversidade. Celebre a alegria infinita em vivenciar um padrão de comportamento, que coexista em perfeita sinergia com Gaia e sua linda e sagrada Natureza. Não se omita nesta causa!

Agradecimentos especiais

Janine Schmitz (CEO Caule)
pelo espaço e conversas sobre a renovabilidade

Professor Dênis Abessa (Professor Titular da Unesp de Toxicologia Ambiental e Gestão Costeira)
pelas ótimas referências e elucidativas conversas virtuais

Nicholas Antunes di Lucia (Engenharia de Aquicultura – UFSC)
pelas ótimas referências e consultas

Ana Luiza Martins (Técnica em Química – IFSC)
pela consultoria química super importante

Paulo Felipe dos Santos
pelas belas imagens e vídeo de recifes de coral nas Maldivas

Fontes

Artigos

Sunscreens Cause Coral Bleaching by Promoting Viral Infections
Roberto Danovaro, Lucia Bongiorni, Cinzia Corinaldesi, Donato Giovannelli, Elisabetta Damiani,
Paola Astolfi, Lucedio Greci, and Antonio Pusceddu
Department of Marine Sciences, Institute of Biochemistry, and Department of Chemical Sciences and Technologies, Faculty of Science, Polytechnic University of the Marche, Ancona, Italy

Toxicological effects of the sunscreen UV filter, benzophenone, on planulae and in vitro cells of the coral, Stylophora pistillata
C. A. Downs • Esti Kramarsky-Winter • John E. Fauth • Roee Segal • Omri Bronstein • Rina Jeger • Yona Lichtenfeld • Cheryl M. Woodley • Paul Pennington • Ariel Kushmaro • Yossi Loya
Springer Science Business Media New York 2013

UV filters bioaccumulation in fish from Iberian river basins
Pablo Gago-Ferrero, M. Silvia Díaz-Cruz a, Damià Barceló
Dept. of Environmental Chemistry, Institute of Environmental Assessment and Water Research (IDAEA), Spanish Council for Scientific Research (CSIC), Jordi Girona, Barcelona, Spain
Laboratory of Analytical Chemistry, Department of Chemistry, National and Kapodistrian University of Athens, Panepistimiopolis, Athens, Greece, Catalan Institute for Water Research (ICRA), Parc Científic i Tecnològic de la Universitat de Girona – Girona, Spain

Ecological risk assessment associated to the removal ofendocrine-disrupting parabens and benzophenone in wastewatertreatment
Daniel Molins-Delgado, M. Silvia Díaz-Cruza, Damià Barcelóa
Dept. of Environmental Chemistry, IDAEA-CSIC, Barcelona, Spain, Catalan Institute for Water Research (ICRA), Parc Científic i Tecnològic de la Universitat de Girona, Emili Grahit, Girona, Spainh

Sunscreens, oxidative stress and antioxidant functions in marine organisms of the Great Barrier Reef
W.C. Dunlap, J. Malcolm Shick & Y. Yamamoto (1999)

Desenvolvimento de formulação fotoprotetora contendo nanopartículas poliméricas com filtro solar
Bárbara da Silva e Souza Lorca
Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Química, COPPE
Universidade Federal do Rio de Janeiro – Setembro de 2012

Análise de bloqueadores solares através da fluorescência de raios x portátil
Diego de Dio Ferreira, Fábio Luiz Melquiades, Carlos Roberto Appoloni, Fábio Lopes, Audrey Stinghen G. Lonni, Frederico Minardi de Oliveira e José C. Duarte
Departamento de Física – Universidade Estadual de Londrina

Novos avanços tecnológicos na fotoproteção
Rafaela Marques da Costa
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Escola de Ciências e Tecnologias da Saúde
Escola de Ciências e Tecnologias da Saúde – Lisboa – 2017

Avaliação da Segurança de Nanopartículas de Dióxido de Titânio e Óxido de Zinco em Formulações Antissolares
Silva, L. S.; Monteiro, M. S. S. B.*
Revista Virtual Química (Dezembro de 2016)

Sites

http://conexaoplaneta.com.br/blog/fenomeno-de-branqueamento-de-corais-da-australia-foi-o-pior-da-historia

https://www.menos1lixo.com.br/posts/e-o-protetor-solar

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/07/havai-proibira-venda-de-protetores-solares-nocivos-recifes-de-corais.html

https://revistaglamour.globo.com/Beleza/Pele/noticia/2019/01/8-protetores-solares-naturais-e-que-nao-agridem-o-meio-ambiente.html

https://www.ecycle.com.br/2226-oxibenzona-protetor-solar

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/olhar-quimico-sobre-os-protetores-solares.htm

https://www.natgeo.pt/meio-ambiente/2019/05/protetor-solar-um-grande-poluidor-dos-oceanos

https://www.opovo.com.br/jornal/dom/2019/01/impacto-ambiental-protetor-solar-e-o-prejuizo-ao-ecossistema.html

https://alunosonline.uol.com.br/biologia/branqueamento-corais.html

https://brasilescola.uol.com.br/biologia/branqueamento-corais.htm

https://catracalivre.com.br/cidadania/escolha-certa-de-protetor-solar-evita-morte-de-corais/

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